segunda-feira, 29 de setembro de 2008

AVALIAÇÃO

Eu sempre acho difícil avaliar alguma coisa, porque são tantos pontos de vista que eu posso considerar...
As tarefas propostas me fizeram perceber que eu estou no caminho certo. Sei que isso parece prepotente, mas foi uma das conclusões que cheguei. A outra é que ainda existe muito em que eu tenho que melhorar.
Neste ponto de vista percebi que algumas atitudes eu já tomo, como a reciclagem e doar objetos para pessoas que necessitam. Porém as minhas atitudes estão muito concentradas naquilo que eu posso fazer sozinha, sem depender de mais pessoas. Já que eu separo o lixo, eu dôo roupas, eu converso com pessoas em situação de rua e eu tento as ajudar. Mas acredito na importância de eu multiplicar minhas idéias, influenciar outras pessoas a fazerem o mesmo e partir para grandes ações, onde é necessária uma equipe para concretizar. Assim é possível beneficiar mais pessoas.
Por “n” motivos eu me atrasei na última tarefa e estou “caminhando” em marcha bem lenta. Isto eu avalio de dois modos: positivo e negativo. Positivo por eu ter avançado e começado a realizar ações “maiores” e negativo por estar sendo difícil encontrar tempo e assim estar bem devagar.
Eu também gostei de poder ter acesso aos outros blogs. Sempre que pude dei uma olhada para ver o que os demais estavam fazendo, gostei das idéias e me identifiquei com alguns. Mantive-me no anonimato, apenas comentei em dois blogs (se não me engano), mas percebi que adoraria conhecê-los.
Participar dessas tarefas atiçou ainda mais a minha vontade de participar do “Guerreiros Sem Armas”. Deu-me mais vontade (não sabia que isso era possível) de continuar sempre buscando formas de ajudar a sociedade e o meio ambiente.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

5, 4, 3, 2, 1 JÁ!
Estamos loucos para ver você em ação!!!!

Serei bem honesta neste meu post.
Eu havia já marcado uma viagem bem na semana desta tarefa. Assim não pude realizá-la plenamente e como eu gostaria.
Eu procurei as leis sobre fiscalização e sinalização das ruas e preparei o abaixo-assinado.
Irei agora entregá-lo nos condomínios e nos prédios. Preciso conversar com meu amigo para conhecer o líder comunitário.
Também já peguei o abaixo-assinado da senhora que conheci no mercadinho e vou levar entregar junto com o que estou organizando.
Embora não tenha feito esta tarefa na data que me foi pedida, eu estarei a finalizando o mais brevemente possível.
O bairro precisa urgentemente disso e eu estarei me mobilizando para melhorá-lo, ou melhor, já estou mobilizada, mas preciso agilizar o processo!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A gente não está sozinho
Agora é hora de resolver. Decida quem pode ajudar você. Quais os recursos você tem ao seu dispor.


Aconteceu uma coisa bem interessante esta semana. Fui ao um mercadinho que fica dentro de um mini shopping que existe em meu bairro e a moça que estava no caixa me perguntou:
“você mora aqui no bairro?” respondi que sim, então ela me mostrou um abaixo-assinado e perguntou se eu não gostaria de assinar. Para a minha surpresa o abaixo-assinado era sobre pedir a polícia uma base móvel!
No meu outro post eu havia tido que este era um dos problemas do bairro! Assim combinei com ela que a ajudarei, levando o abaixo-assinado aos condomínios.
E ela será uma aliada também com meu outro abaixo-assinado (sinalização das ruas).
Antes de continuar devo explicar a configuração do meu bairro. Assim como todo os bairros de São Paulo (com raras exceções), existem ricos e pobres dividindo muros.
Assim temos uma região de classe média morando em condomínios fechados e ao lado classe mais baixa, morando em prédios do governo e a favela atrás (escondida pelos prédios do governo).
Assim as pessoas que posso entrar em contato são os síndicos dos condomínios e prédios. Naqueles que conheço moradores, pretendo ir junto com eles fazer este pedido.
Com relação a favela, conheço algumas pessoas e pedirei ajuda a elas para entrar na comunidade. Eu costumo ir visitá-las, mas creio que para pedir assinaturas é bom a a juda das pessoas que morem lá, assim passo mais confiança. Pretendo também descobrir e conhecer o líder comunitário, assim crio laços melhores com a comunidade. Além de ser um bom aliado.
Ah! Também pretendo entrar em contato com a presidente da Associação de Moradores (dos condomínios).

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Grandes idéias nascem de pequenas causas
Descubra uma única coisa que possa ser melhorada em uma comunidade da qual você é parte (seu prédio, rua, escola, trabalho etc.). Compartilhe, em detalhes, como você resolveria.

São tantas coisas... É difícil pensar em uma única coisa...
A minha comunidade tem muitas questões sociais, mas com relação a estas eu não consigo pensar em soluções. É, inclusive, por este motivo que desejo fazer parte dos “Guerreiros Sem Armas”.
Além dos problemas sociais, a região possui um problema muito sério com segurança e sinalização de trânsito.
É muito raro vermos a CET rondando o bairro, só os vejo quando quebra um semáforo e assim mesmo eles demoram horas para consertar.
Polícia? Tem várias delegacias e as pessoas são assaltadas na frente das mesmas. Foram colocar uma viatura comunitária em um cruzamento perigoso depois de anos de mobilização.
Vou então definir a questão da sinalização, não que a segurança também não seja importante, mas a questão de falta de placas e o alto índice de acidentes vêm me assustando.
Não existem pinturas de faixas no chão, carros param onde querem e não existem placas. É comum os carros se chocarem, pessoas serem atropeladas. Ah! Existem trechos que não existe calçada, porque temos uma reserva florestal ao lado que sempre a mata toma conta da calçada, obrigando os pedestres a andarem na rua. E detalhe: as ruas são cheias de curvas! Entenderam agora o porque de existir acidentes?
Pretendo me unir com os demais moradores, fazer um abaixo-assinado e entregar aos órgãos competentes, pedindo a sinalização adequada da região, uma maior fiscalização e a melhoria das calçadas.
E após entregue, ficar cobrando desses órgãos às medidas.
Acredito que com um pequeno ato (realizar um abaixo-assinado) vou poder contribuir com a preservação de muitas vidas.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

MEU LIXO

Eu moro em condomínio e aqui possui coleta seletiva de lixo. Assim já é costume separarmos o lixo em: “recicláveis” e em “não recicláveis”.
Acontece de, algumas vezes, a minha família não ter paciência de separar o lixo. Há algum tempo estou pedindo para que eles separem, nesta semana comecei a insistir mais nesta questão.
Uma das minhas ações recentes (não desta semana) foi colocar todo óleo de cozinha em garrafa pet para depois doar para alguma Instituição que a recicla ou para uma senhora que conheço que transforma o óleo em sabão. A primeira garrafa não deu certo porque minha mãe perdeu a paciência de vê-la e jogou fora. Conversei com ela, expliquei a importância de reciclar o óleo e finalmente a segunda garrafa está quase cheia. Assim que estiver completa darei o fim apropriado. É importante ressaltar que quase não consumimos óleo, portanto esta garrafa está há mais de um mês sendo preenchida (a outra não durou uma semana).
Como já faço este trabalho de conscientização com a minha família e eu separo o meu lixo, resolvi ir adiante e conversar com o síndico do meu condomínio de termos mais latas de lixos, onde pudéssemos fazer uma seleção melhor. Ao invés de separar apenas em “recicláveis” e “não recicláveis”, separar em vidro, metal, papel. Aqui é tudo burocrático, então estou aguardando um parecer dele.
Com relação ao que joguei fora, pude listar apenas aquilo que “eu” joguei, porque esta missão se tornaria quase impossível se envolvesse toda a minha família.
Devido há alguns trabalhos que venho realizando, gasto muito papel. Assim joguei fora 4 folhas de papel sulfite, um copo de vidro quebrado, uma saquinho de plástico rasgado, 1 embalagem de chocolate (plástico), além de sobras alimentícias (bem pouco). Com exceção da comida, todos foram para a coleta seletiva do meu condomínio.

MEU EXCESSO

Eu estou sempre doando aquilo que não utilizo mais. Nesta semana vasculhei meu armário e doei uma blusinha para uma pessoa em situação de rua que conheço. Foi pouco e explico o motivo: eu havia doado muitas roupas semana passada. Assim ao ver a tarefa, procurei mais coisa que eu não utilizasse e fiquei até surpresa ao encontrar!
Vou tentar enumerar tudo que doei semana passada, embora não tenha certeza dos números totais.
3 agasalhos de frio
11 blusinhas (camisetas)
4 calças jeans
1 cinto
1 vestido
4 pares de sapatos
Parte dessa doação foi para pessoas em situação de rua que conheço (e ajudo) e parte foi para pessoas em vulnerabilidade social que minha avó conhece.
Pode parecer pouco, mas como eu estou sempre doando isso se torna bastante.

MEU CONSUMO

Quando li esta tarefa a princípio eu pensei em dinheiro e em consumo materialista. E neste caso eu não teria como economizar, já que as pessoas até reclamam de eu ser uma pessoa que não gasta muito. Além de estar desempregada e o dinheiro que ainda possuo estar sendo utilizado unicamente na minha locomoção até os meus ensaios teatrais.
Depois pensei melhor e percebi que não se referia apenas a dinheiro e sim a todo tipo de gasto. E o que costumo gastar muito é na água do chuveiro. Assim me policiei esta semana para diminuir o tempo e consegui diminuir 5 minutos!!! Pode parecer pouco, mas estes 5 minutos eu economizo cerca de 50 litros de água, o que em uma semana fez eu economizar aproximadamente 350 litros de água!
Continuarei tentando diminuir meu tempo cada vez mais.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

MEU PROPÓSITO
Porque quer participar do Guerreiros Sem Armas?

“Guerreiros sem armas” é uma iniciativa muito interessante e que me instigou. Quero poder contribuir com os meus conhecimentos na comunidade que será o foco da ação em Santos.
Desejo conhecer novas pessoas, adquirir novos conhecimentos e crescer.
Desejo conseguir organizar minhas idéias para conseguir elaborar projetos em outras comunidades.
Desejo conhecer novas culturas e experiências.
Desejo trocar idéias e conhecimentos.
Creio que estou sendo prolixa, mas é o que desejo: conhecer, aprender, ajudar e disseminar.


MEU COMPROMISSO
O que pretende fazer na volta do programa?

Pretendo colocar em prática os meus conhecimentos adquiridos. Então realizar um projeto, inicialmente, na minha região e aplicá-lo. No futuro pretendo poder aplicar em mais regiões.
Também pretendo disseminar os conhecimentos adquiridos e quem sabe formar grandes parcerias.
Sonho em poder formar grupos com as pessoas que irei conhecer no programa, onde em cada momento nos reunimos em torno de uma região e aplicamos projetos, com a comunidade, que as beneficie. A princípio poderemos nos concentrar nas regiões onde cada membro da equipe reside, assim poderemos conhecer diversas culturas. E no futuro poderemos ampliar estas ações!

MINHA AÇÃO
Como você pensa que a experiência aqui, vai te influenciar ou te ajudar a agir onde você está?

Moro em uma região periférica, com altos índices de pobreza e violência. Hoje me sinto com as mãos atadas, não sei o que fazer para ajudar, além é claro de "pequenos" gestos de solidariedade que é claro que ajuda, mas gostaria de fazer algo que mobilizasse a comunidade inteira.
Creio que a minha experiência no programa e as pessoas que conhecerei, me ajudem a conseguir pensar em como eu posso fazer para ajudar a comunidade de forma mais ampla.

domingo, 24 de agosto de 2008

Quem Estou?
Quem você está agora, nesse momento da sua vida?
Como se sente?
Quais são suas dúvidas profissionais?
Quais são os seus sonhos?
Quais são os seus desafios?

Quem estou?
Creio que ao responder “quem sou eu”, já tenha respondido um pouco dessa questão, então tentarei não repetir e falar mais de quem estou.
Estou em um momento de dúvidas na minha vida. Quem estou, está diretamente relacionado com as minhas dúvidas profissionais, com meus sonhos, com os meus desafios e com os meus sentimentos. Tudo está entrelaçado e é difícil fazer uma distinção, mas tudo se resume em dúvidas, frustrações, realizações, esperanças e sonhos.
Formei-me há oito meses em psicologia e sempre tive o sonho de poder trabalhar na área que gosto e conseguir conciliar com a minha outra profissão: atriz. Como fazer isso se a maioria dos trabalhos são de 40 horas semanais e alguns, inclusive, se trabalha aos finais de semana?
Adoraria não depender de dinheiro, mas preciso me alimentar e no mundo em que vivemos sem dinheiro não se consegue nem comida. Aliás, esta questão me incomoda muito! A maioria das pessoas tem que trabalhar muito, muitas vezes em empregos que anulam seu ser para conseguirem sobreviver, mas a sobrevivência não é um direito de todos? O abrigo e o alimento não são direitos naturais? Se forem, porque existem tantas pessoas que dormem nas ruas, que ficam sem comer durante dias ou pessoas que trabalham apenas para comer?
É interessante como as pessoas sempre separam a vida em profissional e em pessoal, como se as duas estivessem dissociáveis. Sendo que na verdade elas fazem parte da mesma pessoa. Eu mesma utilizo estes termos por escutar tantas vezes as pessoas a repetindo, mas porque o fazem? Exatamente por se sentirem obrigadas a trabalharem e se anularem no trabalho. E por tentarem ser elas mesmas na “vida pessoal”. Não quero viver assim, quero algo onde possa ser eu mesma em todos os momentos da minha vida.
O trabalho deveria ser gratificante, um lugar onde a pessoa se sinta bem e o dinheiro seja apenas uma conseqüência e não o motivo de se trabalhar.
É através dessas crenças que tento não me anular e assim brigar contra o sistema capitalista “selvagem”. Quero poder fazer o que gosto, trabalhar em algo que possa ajudar outras pessoas, quero poder me expressar através da arte e o dinheiro que vier disso, que seja uma conseqüência e quem sabe eu possa, inclusive, poder comprar um prato de comida para alguém que esteja sem comer a dias? Ou melhor: poder dar um emprego digno a alguém, onde ela se sinta bem e assim possa multiplicar este bem estar?
Moro em uma cidade, São Paulo, enlouquecedora. As pessoas não se olham nos olhos, se empurram, xingam no trânsito, homens se aproveitam de mulheres nos transportes públicos, carros não dão preferência para pedestres e se você cumprimentar um desconhecido na rua a própria pessoa estranha e te ignora. Já pensaram que diferença faria se cada pessoa trabalhasse no que gosta, sem pensar no dinheiro? Talvez este quadro também se modificasse um pouco.
Quem estou? Estou inconformada com a realidade social, com os desprezos das pessoas, do estresse da cidade, da falta de solidariedade, da falta de tolerância com as diferenças, com a injustiça, com o fato de ter medo dos policiais, quando eu deveria poder confiar neles. Inconformada com milhares de pessoas passando fome no mundo e outras tantas desperdiçando comida, inconformada com os feirantes que ao invés de doarem as frutas que sobraram, as jogam no chão. Estou inconformada com o egoísmo de algumas pessoas, com o egocentrismo, com o etnocentrismo. Inconformada com o desmatamento, com a extinção de espécies e culturas. Inconformada com a violência em todos os graus, desde um “tapinha” no filho até devastações de cidades e países. Inconformada com a falta de diálogo e soluções de conflitos primitivas. Inconformada pela falta de lideranças positivas para o povo. Inconformada pelo conformismo da sociedade ao ver, perceber todas as questões levantadas e se calarem ou mesmo repetirem estes atos, achando que não existem outras soluções. Inconformada de escutar: “-O país não tem solução” ou “É bandido? Tem que morrer!” Tem que morrer? Se matarmos o ladrão ou o assassino, não nos tornaríamos iguais a eles? Será que a solução é punir? “Punir e Vigiar...” A maioria das sociedades assim funcionam, como Foucault descreve em seu livro. Mas o mundo não está caótico? Creio que vigiar e punir é um sistema falido e assim mesmo a população continua querendo mais punição. As pessoas deveriam ler Foucault. Não me conformo com estas questões. Acredito na educação. Acredito que em uma sociedade mais justa e solidária, a criminalidade diminuiria. Estou inconformada, triste e revoltada.
Estou tentando não me “contaminar”, mas estou me sentindo frustrada nas minhas tentativas. Frustrada, mas ainda com esperanças. Esperança... É o que me move e me dá forças a continuar. É o que não me faz desistir de fazer aquilo que acredito. Que me faz não desistir de acreditar no ser humano. É o que me faz continuar com os me valores. É o que me faz não me anular. É o que me faz continuar sonhando. Sonhar...Tenho tantos sonhos...Alguns já realizados, como conseguir me formar em teatro e em psicologia. Em construir laços fortes com pessoas maravilhosas. E ver crianças e adultos sorrindo por terem conseguido ver e viver uma outra vida, a que eles sonharam. Outros sonhos ainda estão nas “nuvens”, mas pretendo concretizá-los, como conciliar as minhas profissões. Como me sustentar fazendo o que gosto. Fazer um curso de paisagismo. Fundar uma ONG. Ver mais pessoas sorrindo e mais pessoas sorrindo...Sorrindo...Gostaria de ver este mundo caótico em harmônico. Gostaria que as pessoas se cumprimentassem nas ruas. Gostaria que os que possuem condições financeiras que auxiliassem os que não possuem abrigo, os que passam fome. Sonho também em conseguir um equilíbrio psíquico. Utopia? Creio que todas as utopias são sim atingíveis, porém difíceis. Estes são os sonhos ou desafios? Creio que os nossos sonhos para saírem das “nuvens” necessitam de força, coragem, determinação e isto são grandes desafios. Estas qualidades eu possuo, realizá-los são os meus desafios.

Se seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, pois eles estão no lugar certo; agora construa os alicerces.

Na mesma medida em que você não pode perdoar o próximo por ser diferente, você está distante da sabedoria.

Se a tranqüilidade da água permite refletir as coisas, o que não poderá a tranqüilidade do espírito?
Ditados chineses.
Chuang Tzu

domingo, 3 de agosto de 2008

Quem eu sou?

Como responder esta questão em algumas linhas, quando o “ser” transcende palavras? Quando a cada dia eu me “des-cubro” e me modifico? Quando nem eu mesma conheço a minha essência?
Somos seres complexos e nunca nos conheceremos totalmente. Podemos aprender conosco mesmo, podemos descobrir algumas artimanhas de nossa psique e nos aproximarmos cada vez mais da nossa totalidade, mas como o mundo é dinâmico, nós também o somos. A cada dia nós aprendemos coisas novas e com isso nos modificamos.
Posso tentar descrever algumas questões que eu já me “des-cobri” e no momento é como eu “estou”. Sou uma pessoa que se preocupa com o ser humano e com os demais seres vivos do planeta. Muitas vezes eu deixo de fazer coisas em meu benefício para ajudar quem está precisando, isto já me trouxe até alguns problemas pessoais, mas me sinto bem assim.
Sou uma pessoa que desde pequena tive contato com a área da Educação por minha mãe ser professora. Eu a acompanhava nas escolas públicas e tive contato com esta realidade social. Com sete anos me mudei para um bairro periférico da cidade de São Paulo, comecei a me preocupar com esta realidade e me envolvi com projetos sociais. Devido a esta minha característica e por querer compreender melhor o ser humano, fui fazer faculdade de psicologia. Aprendi e me modifiquei. Comecei a atuar não mais com enfoque assistencialista e sim educacional. Compreendo que em situações emergenciais as necessidades básicas devem ser supridas, mas é importante que eles também aprendam a “pescar”.
Também sou uma pessoa que gosto de me expressar através das artes, em especial através do teatro. Conhecendo este aspecto da minha psique eu fiz curso técnico em teatro.
Sou uma pessoa que adora descobrir e experimentar novas coisas. Por isso meus pensamentos são dinâmicos.
Aqui descrevi alguns dos meus gostos e um pouco da minha história. Talvez ao me conhecerem pessoalmente tenham outras impressões, já que cada um julga o outro através de suas próprias experiências e valores. As minhas palavras aqui escritas também podem ser interpretadas de diversas formas.
Gosto de conhecer novas pessoas e com elas aprender novas idéias, experiências e valores.
Aqui termino a minha descrição de uma minúscula parcela do meu atual estado. Caso desejem me conhecer mais, podemos nos corresponder!